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Amor ao Contrario, capitulo 15


Capítulo 15

Ninguém se move. Parecem não acreditar no que ouviram
Leônidas: Meu filho, você está falando sério?
Henrique: Claro que estou pai. É aquele carro, tenho certeza. O cara que tava dirigindo falou comigo. O nome dele é esse mesmo. Posso confirmar na nota fiscal do posto, mas Seria perda de tempo. É ele.
Lucas: Bom, o que estamos fazendo aqui, parados? Vamos logo! Antes que o cara fuja!
Todos entram de volta na viatura. Lucas, o último a entrar, ainda comenta com Augusta
Lucas: É Augusta, você estava certa de novo. Deus sempre dá um jeitinho…
Augusta: Sempre. Basta confiar. Agora vai que a sua noiva tá te esperando.
Lucas entra e Henrique dá a partida no carro, que sai em disparada. O colega de Henrique, Artur, avisa a outra viatura que eles haviam localizado o seqüestrador, e pede reforços. Eles então ligam para as delegacias das cidades vizinhas, pedindo ajuda. Logo, sete viaturas se juntam à de Henrique, iniciando uma perseguição eletrizante. Thales dirige alucinado, ultrapassando todos os carros à sua frente. A primeira viatura é a em que estão Lucas, Henrique e Leônidas. Thales, nervoso, soca o painel do carro e começa a gritar sozinho.
Thales: Mas que merda!  Que merda! Agora que tudo ia bem a polícia me descobre. Que merda!
Ele soca o volante e continua esbravejando. Henrique, apesar da pouca experiência em perseguições, consegue se aproximar do carro de Thales. O rapaz, desesperado, saca uma arma e atira para trás. O tiro quebra o pára-brisa da viatura no meio, e por pouco não acerta em Lucas. Thales dispara mais três tiros, que não acertam o carro. Ele então pisa no acelerador e pega um desvio da estrada. Henrique avisa “Se segurem”  e quase roda o carro para conseguir virá-lo e entrar na curva 1fechada, que dava numa estrada de terra. Thales consegue abrir distância, já que seu carro é um off-road, mais preparado para estrada de chão. Ele então tenta despistar as viaturas, pegando uma bifurcação. Ele pega a pista da direita, que ia na direção da rodovia. As viaturas pegam o caminho da esquerda e adentram a mata. Thales então suspira, aliviado. Após 10 minutos sem ver o carro de Thales, Lucas fica ainda mais desesperado, pois teme perder o seu amor. Ele então olha pela janela e, numa rara abertura, enquanto passam por uma clareira, ele vê ao longe, sozinho na rodovia, o carro do criminoso;
Lucas: Henrique! Para esse carro agora!
Henrique: Que foi, Lucas?
Lucas: Eu vi… Eu vi ele na estrada. Deve ter nos despistado e voltado pra rodovia!
Henrique: Então vamos atrás dele!
Henrique avisa pelo rádio as outras viaturas e, pelo GPS, conseguem um atalho e voltam à pista da rodovia. Thales estava mais tranqüilo, pensando ter despistado os policiais. De fato, durante quase uma hora ele correu na pista sem avistar nenhuma viatura. Então, já perto da fronteira com São Paulo, ele olha no retrovisor e avista o carro de Henrique. A adrenalina começa a subir nos nervos. A viatura policial se aproxima muito rapidamente. Ele então tenta pegar sua arma no banco do carona, mas no mesmo instante, outra mão a pega. É a mão de Marina, que havia acordado.
Marina: Olá, meu querido. Parece que agora, o poder é meu…
Ela aponta a arma para a cabeça de Thales. Ela ordena que ele encoste o carro. Sem opção, ele para, estrategicamente ao lado de uma ribanceira. Henrique e os outros guardas cercam então o carro do bandido.
Henrique: Aqui é a polícia. Sai do carro com as mãos para a frente.
Thales fica parado no banco do carro. Henrique então repete a ordem, desta vez com um megafone.
Henrique: Saia do carro com as mãos para frente. Imediatamente!
Thales persiste dentro do veículo. Pela janela, Lucas vê Marina apontando a arma para Thales. Ele toma o megafone de Henrique e começa a falar
Lucas: Marina! Meu amor! Sou eu, Lucas! Você está bem?
Henrique toma o megafone do irmão. Marina fica emocionada ao ouvir a voz de Lucas. Ela balança a cabeça, fazendo que “sim”. Ela então fala com Thales, sempre com a arma apontada para ele.
Marina: E então “machão”? Tá com medo, é?
Thales: Não. Só estava esperando o momento ideal…
Thales então sai do carro, aparentemente rendido. Marina também sai. Mas, ao invés de fugir, ele continua com a arma apontada.
Henrique: Thales Araújo Rodrigues de Souza! O senhor está preso em flagrante por seqüestro!
Thales: Tá bom, tá bom… Chega desse protocolo todo. Parece Brasília… Me prende logo, vai.
Um dos policiais se aproxima para algemá-lo. Ele, num golpe rápido, pega uma das pontas da algema, dá um soco na barriga do oficial e, pegando a outra ponta da algema, o estrangula. Marina então se aproxima também, pensando em atirar. Thales, porém, é mais rápido e joga o corpo do oficial em cima da garota. Os dois caem no chão. Os outros policiais partem para cima de Thales, mas este consegue tirar a arma de Marina, agarra a garota e a faz de refém. Os policiais então recuam.
Thales: Engraçado… É só eu agarrar a mocinha que todo mundo chega pra trás… Parece coisa de novela, né? O cara invade a casa, atrai a mocinha pro covil, estupra, seqüestra e depois faz de refém… Chega a ser clichê, né?
Lucas: Seu desgraçado! Filho da mãe! Vai pra puta que te pariu!
  Thales: Ah, que bonitinho… O santinho se exaltou… Viu, querida, com que brutamontes você ia se casar? Me diz se eu não sou mil vezes melhor?
Marina: Você… Você não vale nada, seu ordinário miserável! Nada!
Ele aperta a arma contra o pescoço da garota, que tem dificuldade em respirar
Thales: Olha a boquinha… Olha que eu te passo dessa pra pior num piscar de olhos…
Lucas: Agora já chega!
Lucas toma a arma de Henrique e atira. O tiro passa de raspão em Thales. O bandido revida, atirando na perna esquerda do rapaz, que cai sangrando
Marina: Lucas!
Thales então empurra Marina de volta para o carro, e sai acelerando. Henrique, sem esperar pelos outros, entra sozinho numa das viaturas e sai atrás. Leônidas ainda tenta conter o filho, sem sucesso.
Leônidas: Meu filho! Não vá! – (Ele então olha para Lucas, caído no chão sangrando) – Alguém chame uma ambulância!
Na estrada, Thales pega um desvio e entra no que parece ser um sítio abandonado. A estrada de terra está disposta como um labirinto: Altas árvores impedem que se veja qualquer coisa a dois metros de distância. E os pequenos e sinuosos caminhos confundem qualquer um que não conheça o local. Thales chega rapidamente a um casebre, quase um barraco, no meio da mata. Ele agarra Marina à força e a carrega para dentro. Ele a amarra e a joga em um canto da sala. Henrique, enquanto isso, ainda estava perdido no labirinto de caminhos. Thales pega o celular e telefona para alguém.
Thales: Alô? Tio! Me pegaram! Como? Não sei como, mas você me garantiu que isso não ia acontecer. Fazia parte do nosso trato. Aonde eu tô? Naquele barraco onde o Fernandinho se escondia, perto da fronteira de São Paulo. Peraí, tô ouvindo um barulho de carro… Vou desligar.
Finalmente Henrique encontra o barraco. Ele sai do carro com a arma em punho. Thales também prepara sua arma. Henrique arromba a porta. Thales já está a sua espera. Os dois apontam as armas. Ouve-se um tiro. 
Fiquem ligados no próximo capítulo de Amor ao Contrario amanha as 15h00 da tarde no horário de brasília aqui no Esplay


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